Governança e relatórios

Do workspace ao comitê: relatórios, papéis e trilha de auditoria em um programa de terceiros

Um portfólio de terceiros precisa de dois relatórios diferentes: um técnico, para o responsável do lado do terceiro, e um executivo, para o comitê de risco. O 1stone gera os dois a partir dos mesmos dados, com RBAC controlando quem vê o quê.

Biblioteca técnica

30 de junho de 2026 · 9 min de leitura

01

Dois públicos, dois relatórios, os mesmos dados

O relatório voltado ao terceiro detalha achados, políticas reprovadas e a fila de remediação com prazo — é o material que a equipe técnica do outro lado usa para agir. O relatório voltado ao comitê de risco resume Security Score, tendência entre avaliações, distribuição de alertas por severidade e progresso de remediação — sem exigir que quem lê conheça o detalhe técnico de cada controle.

Os dois vêm da tela de Reports e partem exatamente da mesma evidência — não são dois processos de coleta separados, apenas dois recortes do mesmo conjunto de dados do workspace.

02

RBAC: quem pode ver e fazer o quê em cada workspace

Cada usuário recebe um papel com escopo definido dentro de Settings — Roles: o que pode visualizar, o que pode editar e sobre qual workspace essa permissão vale. Um responsável do terceiro enxerga o próprio workspace; um analista da contratante pode ter visão sobre múltiplos workspaces sem acesso de escrita à configuração de conexão do terceiro.

Settings — Users mantém o cadastro de quem está em cada workspace, e Settings — Organization concentra a identidade e a configuração do próprio tenant da contratante.

  • Papéis com escopo definido por workspace em Settings — Roles
  • Cadastro de usuários e convites gerenciado em Settings — Users
  • MFA e SSO configuráveis em Settings — Security & MFA e Settings — SSO
  • Chaves de API e integrações auditáveis em Settings — API Keys e Settings — Integrations
03

Trilha de auditoria como evidência de governança

A tela de Activity registra quem conectou uma conta, quem abriu ou fechou um caso, quem alterou um papel e quando cada avaliação foi executada. Essa trilha é o que transforma governança de intenção declarada em fato verificável — inclusive perante o próprio comitê de risco, quando a pergunta é sobre quem tinha acesso a quê e quando.

04

Critérios de aceite para governança de um programa de terceiros

Um programa de terceiros com múltiplos workspaces precisa sustentar os mesmos critérios de governança em qualquer escala de portfólio.

  • Relatório técnico e relatório executivo derivados da mesma evidência, sem recoleta manual
  • Papel e escopo de cada usuário auditáveis por workspace
  • Toda ação sensível — conexão, papel, caso — registrada na trilha de Activity
  • Licença e limites de uso visíveis em Settings — License para a organização

Avaliação técnica com a engenharia do 1stone

Sessão de arquitetura sobre o seu portfólio real de terceiros: como o tenant dedicado é criado, quais contas são conectadas primeiro e como fica o Security Score na primeira semana.